A Associação Nacional de Restaurantes, ANR, foi constituída em 1990, inicialmente sob a denominação de Associação Paulista de Restaurantes – APREST. Graças aos esforços de seus Diretores e associados, durante esses quase vinte anos de atuação, a Associação tem conseguido alcançar todos os objetivos que nortearam sua fundação.
A ANR visa disseminar dados e informações úteis para suas decisões de negócios e contribuir para o aperfeiçoamento da gestão das empresas associadas.
A entidade vem defendendo e representando os interesses dos associados, por meio de prestação serviços, além de promover o intercâmbio de informações com outros representantes do setor, como entidades governamentais.
A atuação da ANR vai além da esfera empresarial. A Associação tem participação ativa junto aos órgãos legislativos federal, estadual e municipal, no sentido de apresentar idéias e sugestões, a fim de obter um conjunto de regras compatíveis com a realidade sócio-econômica do setor.
A ANR também coleta, dissemina e discute informações relativas a preços de bens e serviços dos fornecedores dos associados, criando condições para que estes se organizem, visando melhor aproveitamento das ofertas de mercado.
O comprometimento social da entidade pode ser visto por meio da promoção, isoladamente ou em conjunto com outras entidades, de iniciativas de caráter filantrópico e assistencial.
Em termos práticos, os resultados dessas ações em que a Associação se envolveu diretamente são:
* redução da alíquota (12%) e da base de cálculo (70%) do ICMS, para o fornecimento de refeições, efetivada no ano de 1992;
* instituição de regime especial de tributação para o setor, com a adoção da alíquota única do ICMS de 3,2% sobre o faturamento;
* regulamentação do ECF (Emissor de Cupom Fiscal), TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) e Nota Fiscal Paulista;
* discussões com a extinta SUNAB (Superintendência Nacional de Abastecimento) acerca do tabelamento de preços de produtos comercializados por restaurantes e similares;
* adequação da regulamentação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), quanto aos copos de refrigerantes utilizados em redes de fast-food;
* debates com o PROCON (Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor) sobre cobrança de gorjetas;
* negociações com os dois sindicatos profissionais que representam os empregados de seus Associados – SINTHORESP (Sindicato dos Trabalhadores no Comércio e Serviços em Geral, de Hospedagem, Gastronomia, Alimentação Preparada e Bebida a Varejo de São Paulo e Região) e SINDIFAST (Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Fast-Food de São Paulo);
* atuação junto ao Poder Legislativo (Federal, Estadual e Municipal) visando a adequação de leis que atingem o setor de restaurantes e similares;
* colaboração com órgãos de vigilância sanitária como ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), SEMAB (Secretaria Municipal de Abastecimento) e Secretaria de Saúde, na formulação de normas regulatórias do segmento.
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